O hospital mais barato do mundo está na Índia — e dá lucro

Num setor contaminado por todo tipo de ineficiências mundo afora, uma rede de hospitais indiana conseguiu o praticamente impossível: oferecer cirurgias e tratamentos extremamente baratos — e dar lucro. Fundada pelo médico pessoal de Madre Teresa de Calcutá, a Narayana Health faz uma cirurgia de ponte de safena por apenas 2% do valor cobrado pela média dos hospitais americanos. Uma cirurgia para tromboembolismo pulmonar, que pode custar mais de US$ 200 mil nos Estados Unidos, sai por menos de US$ 10 mil na rede. A Narayana passa o bisturi em todo tipo de custo e cuida dos hospitais quase como uma linha de produção. Os tubos de transporte de sangue são reutilizados; os aparelhos de ressonância

Redução de custos da saúde suplementar exige fortalecimento da atenção primária

Ter um sistema de saúde suplementar menos oneroso tanto para pacientes, quanto para operadoras exige fortalecimento da atenção primária e maior formação de médicos da família. “É a mudança da prática que trará o resultado dentro da perspectiva econômico-financeira, não a pressão financeira”, defendeu Claudio Lottenberg, presidente do UnitedHealth Group Brasil, multinacional controladora da Amil. Lottenberg participou de debate da sexta edição do fórum A Saúde do Brasil nesta segunda-feira (27), no auditório do MIS, em São Paulo. Realizado pela Folha, o evento contou com patrocínio da Anab (Associação Nacional das Administradoras de Benefícios), da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suple

Reorganização do sistema vai partir da atenção primária

Reorganização do sistema vai partir da atenção primária, diz ministro da Saúde A atenção primária à saúde, modelo que integra prevenção e tratamento e é desempenhado principalmente por médicos da família e equipes de agentes comunitários, vai ser a base das ações do governo federal na área, segundo o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Foi tomada uma decisão de governo de que a reorganização do sistema de saúde vai partir da atenção primária. Em qualquer discussão que se faça sobre saúde brasileira, o ponto de partida para encontrar soluções vai estar na atenção básica”, afirmou o ministro em uma palestra na 6º edição do fórum A Saúde do Brasil, realizado pela Folha nesta segunda-fei

Porque clientes ansiosos preferem o atendimento humano

Quando estamos ansiosos, faz parte da natureza humana pedir ajuda a outras pessoas. Por exemplo, um contribuinte apreensivo pode buscar a orientação de um advogado tributarista para interpretar uma nova legislação fiscal. Um paciente aflito talvez queira conversar com um enfermeiro que o ajude a compreender os resultados de seu exame de sangue. Um empurrãozinho para ajudar o atendimento ao cliente Esse tipo de comportamento é bastante comum e, apesar disso, muitas empresas situadas em contextos de alta ansiedade, como serviços financeiros e saúde, estão encaminhando clientes nervosos para as tecnologias de autosserviço (SST, sigla do inglês “Self-Service Technologies”), – como quiosques, web

Seu modo de contratar está errado

Terceirização e algoritmos não são suficientes para selecionar seus funcionários. As empresas nunca contrataram tanto como agora. Nunca investiram tanto dinheiro em contratações. E nunca contrataram tão mal. Durante a maior parte do período pós-Segunda Guerra, as grandes corporações abordavam as contratações da seguinte forma: especialistas em recursos humanos preparavam uma análise detalhada do cargo para determinar as tarefas que o cargo exigia e quais atributos o bom candidato deveria ter. A seguir, faziam uma avaliação do cargo para determinar como aquela posição se encaixava no quadro organizacional e qual deveria ser a remuneração, principalmente em relação a outras vagas. Os anúncios

Palavras e frases para usar – e evitar – ao falar com clientes

A chave para qualquer relacionamento bem-sucedido é a comunicação eficaz. No mundo dos negócios, isso significa tentar entender o que os consumidores e clientes estão dizendo e respondê-los de forma compreensiva. Na maioria das vezes, porém, a maneira como as empresas usam a linguagem para persuadir, satisfazer ou retificar tem sido mais uma arte do que ciência. O mundo do varejo, em particular, está repleto de frases de efeito, hábitos e modelos comumente copiados: “Diga isso com um sorriso”. “Nunca diga não”. “Desculpe é uma palavra mágica.” “O nome de uma pessoa é o som mais belo em qualquer idioma”. Mas essas e outras dicas antigas sobre como falar com os clientes realmente funcionam? Es

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