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Nova forma de gestão sustentará medicina

A tecnologia vem sendo aplicada na saúde com bastante entusiasmo para uma vida mais longeva e de qualidade. Por isso, ela não deve ser vista como vilã em relação aos custos médicos.


Estimativas globais apontam que de 40% a 50% do aumento dos gastos com saúde está relacionado aos avanços tecnológicos. Mas o investimento em novos sistemas é extremamente necessário e justifica o gasto.


Um aparelho implantado para um diagnóstico mais preciso traz economia em outros fatores que “pagam” a sua compra. Fala-se muito no uso da tecnologia para reduzir internações, ser mais efetivo em um tratamento, mas há uma série de outras economias a partir do avanço tecnológico e que surgem como novo modelo de gestão administrativa sustentável.


É preciso entender quais gastos deve-se ou não arcar olhando para o cenário atual. O setor de saúde no Brasil movimentou R$ 540 bilhões em 2018, de acordo com o Ministério da Saúde.


A variação dos custos médico-hospitalares, chamada de inflação médica, chegou a 16,9% no ano passado, de acordo com o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Para 2019, há estimativa novamente de crescimento. Essa inflação é composta pelo uso dos serviços. Em 2018, a quantidade de consultas e exames aumentaram 9,5% e 10,1%, respectivamente, em comparação a 2017. Quando pensamos em remédios, o IPCA mostrou em 2019 a maior alta nos preços desde 2016 (2,25%).


Esses valores estão diretamente ligados aos serviços de saúde, que hoje são baseados em parâmetros de mercado desproporcionais, com tabelas genéricas para nortear as atividades de todo o setor. Para lidar de maneira real com tais gastos, uma boa gestão auxilia na correta distribuição e uso de insumos. Para cada finalidade, por exemplo, a divisão inteligente otimiza o uso e quantidades de esparadrapos, seringas, medicamentos até o final do tratamento, sem excessos ou faltas.


Análises e interpretação de dados a partir de Big Data e Inteligência Artificial também são mecanismos eficazes para a solução de uma patologia, diminuindo tentativas (e erros) e tempo de tratamento de um paciente. Consequentemente, há uma redução em toda a cadeia, de exames desnecessários a remédios que não atingiram o resultado. Essas tecnologias permitem indicar o melhor protocolo para o caso, de acordo com situações semelhantes que tiveram sucesso.


Outra metodologia de gestão é acompanhar o tratamento fora do ambiente hospitalar. A chamada medicina da precisão será responsável por monitorar a saúde a todo o tempo. O monitoramento poderá responder se o tratamento está sendo efetivo ou se é melhor interromper o remédio, recolher o sobressalente e oferecer um novo.


Essa gestão calculada levará a medicina atual a outro patamar, muito mais tecnológico e rentável, que vai adaptar o tratamento a cada indivíduo e situação.


A expectativa de gastos em todo o mundo com saúde digital até 2021 é de 280 bilhões de dólares. Tudo isso aliado aos mais de 2.300 exabytes de saúde (cada exabyte corresponde a um bilhão de gigabytes) que serão coletados até 2020, por meio da tecnologia aplicada a exames, monitoramentos e consultas, segundo a Universidade de Standford (EUA).


* Tatiana Giatti – diretora executiva da Saúde Concierge, empresa de gestão de saúde


Fonte: Redação GeHosp


 
 
 

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PROGRAMA DO CURSO:

1. Prevenção Geral de Acidentes  (dependências externas e internas da Escola)

  • Cuidados com o manuseio das mochilas pelas crianças,

  • Cuidados referentes à  hora do soninho das crianças,

  • Cuidados com quedas do trocador do bebê,

  • Cuidados na hora da alimentação: intolerâncias, alergias extremas e engasgos,

  • Cuidados com o uso de medicamentos na Escola,

  • Orientações sobre cuidados com os acidentes no Pátio,

  • Reforçar orientações com relação à negligência (nunca permitir crianças sozinhas em sala de aula).

2. Engasgamentos: Prevenção e Manobra de Heimlich (demonstração com uso de bonecos especícos do Engasgo),

  • Prática da realização da Manobra de Heimlich.

3. Traumatismos em Geral, com Sangramentos e sem Sangramentos (noções de fratura e remoção do acidentado),

4. Assistência às Mordidas: Prevenção, abordagem e  condutas,

5. Epistaxe: assistência ao sangramento nasal expontâneo,

6. Cuidados nos episódios de febre e convulsão,

• Uso de medidas gerais e assistência à crise convulsiva.

7. Assistência na Aspiração de Corpos Estranhos - ouvido,  nariz e olhos e boca (Intoxicações),

8. Noções Básicas de RCP (Reanimação Cardio Pulmonar).

Cito algumas Escolas como referência: Colégio Monteiro Lobato, Colégio La Salle São João, EEI Balão Azul, EEI Carrocel, EEI Cicla, EEI Hotelzinho, EEI Girafinha Travessa, EEI Recriar, EEI Bicho Carpinteiro, EEI Vovó Margarida, entre outras.

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